Hoje eu vou falar sobre coisas mais banais...
mas antes: talvez isso seja uma inversão de valores, e são essas as coisas legais, as que te interessa, pois - já de início - clica em mim, e não no vida a devaneios.
E quem sabe não fale mesmo demais sobre o meu mundo ideal - que me aflige, sim!, por ser em minha cabeça tão plausível... mas que mesmo eu não o pratico sempre, por pura questão paradoxal: ver bem o lado do outro é dar-lhe também a escolha de se cegar de preconceitos, por gostar... precisar, ou ser assim.
e não deve ser tão importante...
... mas talvez seja mesmo o que faço sem querer: estar com um pouco de não-me-toque, mas no caso, um não te toque, como se pegasse numa ferida profunda para fazer curativo, mas ficasse com medo de machucar.
Que tolice. Quanto que, assim, quem ficou ferido não fui eu? E, por vezes, muitas vezes, injúrias feitas por mim mesmo. Será essa minha hipocrisia, das que vejo em tantos? E que ajuda a tolerar o parasita da omissão?
Pra que as mentiras? Há tantas! Pelo menos que tire algumas. Há o sonho, a fuga dele, as mentiras pontuais, as que se aprende desde criança... - e que, por isso, pedem até que não sejam chamadas assim!... Eu chamo!
Eu chamo e sofro, pois o mais próximo do meu apontar de dedo sou eu.
Mas por que preciso eu, logo eu, estar enjaulado em praça pública, como exemplo para garantir a paz? Não é a guerra às vezes necessária para expurgar?
.....
bem...
... como vêem pelo início do texto, falei do que não queria, e não é agora que vou ficar me estendendo muito, até porque eu já gosto bastante dele e estou meio ansioso pra postar.
Tanto que eu vou é parar por aqui mermo e só deixarei uma boa música - minha preferida da banda.
Abraço
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Agora deixa!...
Nem acredito que te vi hoje - e que não me viu de volta.
E pude estar ali contigo, mesmo assim: livre de mim - mas ainda tão perto... e tu linda como sempre - tem em ti algo que me enlouquece, e já começa nos passos, que flutuam, arrastam meus olhos ao teu encontro, e despertam um aperto gostoso, que parece empurrar pelas costas, como um amigo que vêm e diz: "te desembucha!"; e então vem à cabeça descer, correr até você, parar ao seu lado e, antes de qualquer reação - que apenas me reconheça - dar-lhe o beijo mais ardente que eu puder dar (e bem sabe onde isso pode chegar...), e depois soltá-la: mas apenas para que não dê tempo de que te revolte toda essa maluquice...
E ficar ali contigo por aquele pouco resto, parando o que tivesse apenas para te ouvir falar, e falar tudo o que eu sonhei que tu ouvisse. Falaríamos a noite toda, por toda a parte, sobre todas as partes, e só pararíamos esgotados, abraçados e com trégua declarada: talvez não tanto entre nós, mas entre mim e mim mesmo...
E se, por ti, não fosse assim: não me importo! Quero só o tempo ao seu lado, pois à mim nem um abraço deixou, e isso tem um gosto amargo. E agora, então, me deixaria assim: despedido e despido; talvez só o que tenha faltado...
E pude estar ali contigo, mesmo assim: livre de mim - mas ainda tão perto... e tu linda como sempre - tem em ti algo que me enlouquece, e já começa nos passos, que flutuam, arrastam meus olhos ao teu encontro, e despertam um aperto gostoso, que parece empurrar pelas costas, como um amigo que vêm e diz: "te desembucha!"; e então vem à cabeça descer, correr até você, parar ao seu lado e, antes de qualquer reação - que apenas me reconheça - dar-lhe o beijo mais ardente que eu puder dar (e bem sabe onde isso pode chegar...), e depois soltá-la: mas apenas para que não dê tempo de que te revolte toda essa maluquice...
E ficar ali contigo por aquele pouco resto, parando o que tivesse apenas para te ouvir falar, e falar tudo o que eu sonhei que tu ouvisse. Falaríamos a noite toda, por toda a parte, sobre todas as partes, e só pararíamos esgotados, abraçados e com trégua declarada: talvez não tanto entre nós, mas entre mim e mim mesmo...
E se, por ti, não fosse assim: não me importo! Quero só o tempo ao seu lado, pois à mim nem um abraço deixou, e isso tem um gosto amargo. E agora, então, me deixaria assim: despedido e despido; talvez só o que tenha faltado...
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Crítica à dieta
Para análise,
Notei alguns padrões referentes à minha maneira de lidar com a alimentação. Adicione uma xícara de tédio e temos um texto.
Ao se decidir por uma dieta, assume-se o caráter de insatisfação, seja perante o corpo ou a saúde. O meu é puramente pelo primeiro, apesar de enxergar o outro.
Essa insatisfação não exige grandeza, não precisa chegar a ferir. Mas pede, sim, uma leve - mas incômoda e perceptível - fricção de pensamentos, que fagulham vez ou outra, e é preciso tratar. Pois à sua volta encontra-se o que há de mais inflamável: outros pensamentos.
Com meu corpo, não tenho crises imediatas. Contraditoriamente, isso tanto me alivia dos efeitos na auto estima quanto me priva das ações brutas e enérgicas - o que há de útil nas decisões. Então fico no vamos levando; mas é logo esse pensamento, acalentador mas debochado, esse fio que eu pego no ar e encaro, que me leva a criticar. A dieta é, por si só, uma crítica. E se isso já não passa despercebido, muito menos admitido, e, ainda assim, hoje, pleno domingo, depois de um farto final de semana, eu ainda penso em comer e, pior, em pensar em pensar em comer (sem ver melhora), há alguma coisa de errado.
Tudo foi bem no espontâneo, na excitação do movimento - no início. Um plano fresco e impregnado, que ainda excitava pelo cheiro, e elevava o menor passo. "Há uma meta!". Do impulso, aprendi a comer bem. Por três dias, se não estou enganado.
Depois desse período, encontrei os espaços entre as refeições. Ainda que não comesse nada de danoso, havia rasurado pela primeira vez o plano inicial. Dali, fiz valer o jeitinho brasileiro mais legítimo, o de dentro pra dentro mesmo, e que se comete contra si, como cúmplice e culpado. Desses desvios legitimados, além de suprimir o direito à regalias e exceções - o que era muito bem apontado quando queria um capricho - ainda acumulava desacatos à dieta. Daí, o zelo pela meta já estava posto em dúvida, e todo o processo de privações e escolhas se enfraquecia.
Passado mais alguns dias, já não comia tão pouco nem tão pouca carne. O fato de aumentá-la definiu o que viria: já não se tratava de uma mudança, mas de uma experiência. E essas admitem erros. Tal noção me levou a aceitar do andar ao parar, e do parar ao voltar. Vindo os finais de semana, ainda me entregava à reverência típica dos feriados. Veja que por isso não temos muitos, pois o festejo interrompe o trabalho. Mas nesse caso as folgas são pontuais, e o embalo nunca acontece.
Hoje, considero o limite ultrapassado. Continuar chamando de dieta chega a ser um insulto às dezenas de coisas deliciosas que comi desde quinta a noite. Talvez por já ser um pouco final de semana. Que cara de pau.
Que isso fique guardado; não como arma contra a comida, não como grito de ajuda, não como sintoma de sufocamento. Que as informações sirvam para o mais puro estímulo... da escrita pela escrita.
Notei alguns padrões referentes à minha maneira de lidar com a alimentação. Adicione uma xícara de tédio e temos um texto.
Ao se decidir por uma dieta, assume-se o caráter de insatisfação, seja perante o corpo ou a saúde. O meu é puramente pelo primeiro, apesar de enxergar o outro.
Essa insatisfação não exige grandeza, não precisa chegar a ferir. Mas pede, sim, uma leve - mas incômoda e perceptível - fricção de pensamentos, que fagulham vez ou outra, e é preciso tratar. Pois à sua volta encontra-se o que há de mais inflamável: outros pensamentos.
Com meu corpo, não tenho crises imediatas. Contraditoriamente, isso tanto me alivia dos efeitos na auto estima quanto me priva das ações brutas e enérgicas - o que há de útil nas decisões. Então fico no vamos levando; mas é logo esse pensamento, acalentador mas debochado, esse fio que eu pego no ar e encaro, que me leva a criticar. A dieta é, por si só, uma crítica. E se isso já não passa despercebido, muito menos admitido, e, ainda assim, hoje, pleno domingo, depois de um farto final de semana, eu ainda penso em comer e, pior, em pensar em pensar em comer (sem ver melhora), há alguma coisa de errado.
Tudo foi bem no espontâneo, na excitação do movimento - no início. Um plano fresco e impregnado, que ainda excitava pelo cheiro, e elevava o menor passo. "Há uma meta!". Do impulso, aprendi a comer bem. Por três dias, se não estou enganado.
Depois desse período, encontrei os espaços entre as refeições. Ainda que não comesse nada de danoso, havia rasurado pela primeira vez o plano inicial. Dali, fiz valer o jeitinho brasileiro mais legítimo, o de dentro pra dentro mesmo, e que se comete contra si, como cúmplice e culpado. Desses desvios legitimados, além de suprimir o direito à regalias e exceções - o que era muito bem apontado quando queria um capricho - ainda acumulava desacatos à dieta. Daí, o zelo pela meta já estava posto em dúvida, e todo o processo de privações e escolhas se enfraquecia.
Passado mais alguns dias, já não comia tão pouco nem tão pouca carne. O fato de aumentá-la definiu o que viria: já não se tratava de uma mudança, mas de uma experiência. E essas admitem erros. Tal noção me levou a aceitar do andar ao parar, e do parar ao voltar. Vindo os finais de semana, ainda me entregava à reverência típica dos feriados. Veja que por isso não temos muitos, pois o festejo interrompe o trabalho. Mas nesse caso as folgas são pontuais, e o embalo nunca acontece.
Hoje, considero o limite ultrapassado. Continuar chamando de dieta chega a ser um insulto às dezenas de coisas deliciosas que comi desde quinta a noite. Talvez por já ser um pouco final de semana. Que cara de pau.
Que isso fique guardado; não como arma contra a comida, não como grito de ajuda, não como sintoma de sufocamento. Que as informações sirvam para o mais puro estímulo... da escrita pela escrita.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Categórico!
Antes que seguisse em frente...
bate à porta o velho amigo
- pelo toque já se via.
e entra o rosto, indefinido,
junto ao fresco ar poente -
que, ao contrário, nos sorria.
tem em mim o que lhe serve
de armazém do que é sofrido,
após tanto, finalmente:
e é por isso que se escreve.
em bom trono acolchoado,
à minha frente assentou,
trouxe a perto umas cobertas,
ao seu rosto as mãos levou...
tinha as pernas muito incertas,
assim quando o frio acomete
mas, por julgo, eu diria
que seu corpo sacudia
pois a si tudo promete
não que nisso haja o errado:
salve o homem enfatizado!
mas que grife a si primeiro
pra que deixe longe o risco
das lambanças de um arisco
caso grave e corriqueiro
esse cego, conivente
com o ser idealizado,
no que enche suas lacunas
com um som doce e melado
e aperta tanto à pele
que não sai nem com arado
e digo
ainda hoje, junto à cama
no teu corpo que esparrama
vem tal voz, em tom de calma
e sua atenção reclama,
lhe evitando todo o sono
seu suspiro inconsequente!
dê descanso à sua mente
amanhã o dia é branco
e assim não vejo como!
da postura que retomo
dou-lhe um tapa, e da troveja,
levantou em um só pulo
e saímos para uma cerveja.
bate à porta o velho amigo
- pelo toque já se via.
e entra o rosto, indefinido,
junto ao fresco ar poente -
que, ao contrário, nos sorria.
tem em mim o que lhe serve
de armazém do que é sofrido,
após tanto, finalmente:
e é por isso que se escreve.
em bom trono acolchoado,
à minha frente assentou,
trouxe a perto umas cobertas,
ao seu rosto as mãos levou...
tinha as pernas muito incertas,
assim quando o frio acomete
mas, por julgo, eu diria
que seu corpo sacudia
pois a si tudo promete
não que nisso haja o errado:
salve o homem enfatizado!
mas que grife a si primeiro
pra que deixe longe o risco
das lambanças de um arisco
caso grave e corriqueiro
esse cego, conivente
com o ser idealizado,
no que enche suas lacunas
com um som doce e melado
e aperta tanto à pele
que não sai nem com arado
e digo
ainda hoje, junto à cama
no teu corpo que esparrama
vem tal voz, em tom de calma
e sua atenção reclama,
lhe evitando todo o sono
seu suspiro inconsequente!
dê descanso à sua mente
amanhã o dia é branco
e assim não vejo como!
da postura que retomo
dou-lhe um tapa, e da troveja,
levantou em um só pulo
e saímos para uma cerveja.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Small blue
got me thinkin', babe
ain't no port's gonna satisfy my rush
of your golden eyes, and maybe
this hole tale's only about my lust
this huge flame, m'lady
it resides in the tip of my knees
keep the spread of maybes
and my soul tightly disagrees
i cannot go, darling
please contain your cursed calling
you make me a slice of flesh
even less, behind you crawling
Just go on what you believe
as i can someday relieve
a warm mind from a cold dream
of a love never conceived
(four minutes guitar solo)
ain't no port's gonna satisfy my rush
of your golden eyes, and maybe
this hole tale's only about my lust
this huge flame, m'lady
it resides in the tip of my knees
keep the spread of maybes
and my soul tightly disagrees
i cannot go, darling
please contain your cursed calling
you make me a slice of flesh
even less, behind you crawling
Just go on what you believe
as i can someday relieve
a warm mind from a cold dream
of a love never conceived
(four minutes guitar solo)
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Já viu a hora?!
Pretensão é achar que entendem minha loucura. Escrevo fundo no que fundo eu cavo, deixo tudo esburacado e não encontro o que procuro. Que falta de capricho... preciso do que assente e aproprie para cultivo. Ou continuarei cumprindo ordens infames, indignas de um agricultor da minha estirpe.
Chorei de novo e ninguém viu. Não mais tão forte, mas acontece: quando então, deixo-me levar, ou não o entendo...; Como o inexistende vira causador? Inexiste o amor, inexiste a dor. Mas lê-los já faz sentir. Libertam o colorido... mas por que não regulado? E tamanha permanência? Não há nisso uma implicância? Um tom maldoso que persiste em nos convercer da sua força, e se hospeda como pura prova - contínua e cruel - do seu domínio?
E alguém mais dirá que disso aqui sai só tristeza... Deixe de tolice. Não sente um sangue neutro se esbaldando em artimanhas, bancando um valor no qual acredita, usando o que tem dentro como uma forma de poder? Deduza que eu faça uso, e não que deixe ser usado...
Para os que leêm até aqui, é obrigatório comentar. O anonimato é livre, veja só: dou-lhe o único poder que o homem realmente quer, e você têm a sem-vergonhice de abaixar a cabeça para não ser notado?!... eu to te vendo!
Chorei de novo e ninguém viu. Não mais tão forte, mas acontece: quando então, deixo-me levar, ou não o entendo...; Como o inexistende vira causador? Inexiste o amor, inexiste a dor. Mas lê-los já faz sentir. Libertam o colorido... mas por que não regulado? E tamanha permanência? Não há nisso uma implicância? Um tom maldoso que persiste em nos convercer da sua força, e se hospeda como pura prova - contínua e cruel - do seu domínio?
E alguém mais dirá que disso aqui sai só tristeza... Deixe de tolice. Não sente um sangue neutro se esbaldando em artimanhas, bancando um valor no qual acredita, usando o que tem dentro como uma forma de poder? Deduza que eu faça uso, e não que deixe ser usado...
Para os que leêm até aqui, é obrigatório comentar. O anonimato é livre, veja só: dou-lhe o único poder que o homem realmente quer, e você têm a sem-vergonhice de abaixar a cabeça para não ser notado?!... eu to te vendo!
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Quebra a cabeça
Dizia Nietzsche que sua desenvolta eloquência literária era fruto da maturidade frente ao que era dito. Não só por enxergar de patamar elevado, mas possuir pleno manuseio das causas tratadas, pois, tendo superado o agente do incerto - e, nesse caso, as verdades são ajudas insípidas -, torna-se o homem um senhor de si mesmo; seu olhar elevado enxergaria as fronteiras, e, se os encaixes parecem sempre distintos e bem acomodados, é pelo fato de já ali estarem, pelo teste ou imposição, e parecendo agora regra, mantendo com vigor cada um de seus espaços como se fossem reservados, como se fossem seus. E diante desse limite enevoado, surge o medo. Conta que, atraido pelo seguro, e desapegado da escolha, o homem abre mão do mundo à sua maneira, e, de míope, joga - e termina gostando de jogar - pela regra que já existe, com impressão de que nessa persistência deve haver algo de vigoroso, sublime e, logo, forte e digno de ser seguido. Mas que não passa de um árido delírio pelas convenções, pela aposta fácil - e ganho medíocre -, por coisas que foram ouvidas, e do ouvido foram direto à boca, e não à mente. Porque a própria mente é fundada em tantas normas emaranhadas - e, nisso, o numeroso mais atrapalha -, que dentro de si parece ter resposta para tudo, como em um quarto bagunçado, com muitos itens e de todos os tamanhos e cores, que, se num olhar distraído parece uma boa fonte de onde tudo jorra ou pode, no fundo é apenas caos.
E no caos nos conhecemos. Que se note...é a todo momento. A força das representações (tudo) arremessa sem dó esse bando de frágeis seres, tão ligados ao que dizem, surtados pelo que criam, mortos pelo que acreditam... e acreditam em tudo! - ó, sim... isso é pecado! São tronos de contradições, mas não se percebem. E... isso se deve dizer... nem mera característica é. Incoerência também é evidência, talvez a mais natural que se chegue por nossas vias. Diante disso, me divertem os clamores, mesmo os meus.
deixe-me, rigor!
postula o que tu acha
mas não cobre isso de mim.
não tenho em ti um fim
no que quero ao meu futuro,
suas amarras são um muro
que reprimem meu amor,
e me fazem ter louvor
pelo que está lá fora.
vai-te embora!!
e me deixei ir também...
E no caos nos conhecemos. Que se note...é a todo momento. A força das representações (tudo) arremessa sem dó esse bando de frágeis seres, tão ligados ao que dizem, surtados pelo que criam, mortos pelo que acreditam... e acreditam em tudo! - ó, sim... isso é pecado! São tronos de contradições, mas não se percebem. E... isso se deve dizer... nem mera característica é. Incoerência também é evidência, talvez a mais natural que se chegue por nossas vias. Diante disso, me divertem os clamores, mesmo os meus.
deixe-me, rigor!
postula o que tu acha
mas não cobre isso de mim.
não tenho em ti um fim
no que quero ao meu futuro,
suas amarras são um muro
que reprimem meu amor,
e me fazem ter louvor
pelo que está lá fora.
vai-te embora!!
e me deixei ir também...
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